Postagem em destaque

QUÓRUM DO CMC PASSOU PARA 12 EM REUNIÃO DE 21/03/2001

No nosso regimento inicialmente o quórum era 17 conselheiros, muito alto, sendo praticamente um motivo usado para impedir o funcionamento d...

sábado, 12 de fevereiro de 2022

Conquista dos Moradores e do Movimento Viva Gasômetro, Corredor Parque Gasômetro está próximo de virar realidade

 Fonte: Conquista dos Moradores e do Movimento Viva Gasômetro, Corredor Parque Gasômetro está próximo de virar realidade | Luíz Müller Blog (luizmuller.com)

“É importante para mostrar o resultado da mobilização”, comemora Jacqueline Sanchotene, moradora do bairro e uma das pessoas engajadas no movimento Viva Gasômetro, que completou 15 anos em dezembro. À época, a comunidade aproveitou o debate de revisão do Plano Diretor para reivindicar a qualificação da área, no que o ex-prefeito José Fortunati, que foi secretário do Planejamento Municipal, classifica como “processo de democratização do planejamento(...)Os moradores decidiram disputar o espaço no próprio Plano Diretor. Como já havia encerrado o prazo para envio das propostas de entidades, o apoio da Câmara foi fundamental – a emenda que previu a criação do Corredor Parque do Gasômetro foi proposta pelo então vereador Engenheiro Comassetto (PT) e, apoiada pelos colegas de parlamento, se tornou o inciso XXI do artigo 154 do plano revisado em 2009.” Extrato de Artigo de BRUNA SUPTITZ no Jornal do Comércio, que publico na íntegra a seguir:

PENSAR A CIDADE

Corredor Parque Gasômetro está mais próximo de virar realidade

Corredor Parque Gasômetro une entorno da Usina, duas praças e área que será permutada com a CEEE

O Corredor Parque Gasômetro, que vai ligar duas praças e áreas verdes do Centro Histórico à orla, no ponto onde a Usina encontra com o Cais Mauá, está mais perto de se tornar realidade. Essa é uma antiga reivindicação de movimentos sociais de Porto Alegre, que no início dos anos 2000 convidaram a cidade a se voltar para o Guaíba, quando ainda não se falava na revitalização da orla.

A proposta do parque segue o trajeto do aeromóvel desde a Avenida Loureiro da Silva, passando pelas avenidas João Goulart e Siqueira Campos, até a Praça Brigadeiro Sampaio, vizinha do Comando Militar do Sul. O traçado foi definido por lei em 2014, no entanto, faltava ao município o direito sobre um trecho em frente a Câmara Municipal com mais de 10 mil metros quadrados de área. Agora, com a autorização para permuta da área com a Ceee, o projeto volta à pauta na prefeitura.

“É importante para mostrar o resultado da mobilização”, comemora Jacqueline Sanchotene, moradora do bairro e uma das pessoas engajadas no movimento Viva Gasômetro, que completou 15 anos em dezembro. À época, a comunidade aproveitou o debate de revisão do Plano Diretor para reivindicar a qualificação da área, no que o ex-prefeito José Fortunati, que foi secretário do Planejamento Municipal, classifica como “processo de democratização do planejamento”.

Estava em vigor a lei de 1999 do Plano Diretor, que previu espaço para os fóruns regionais e de entidades construírem junto com o poder público a revisão. Na Região de Planejamento 1, que incorpora o Centro Histórico, surgiu um “exercício de imaginação” do que poderia ser feito pelo poder público para qualificar áreas públicas, recorda Jaqueline. Uma das ideias, apresentada pelo arquiteto e conselheiro Rogério Dal Molin, serviu de inspiração para o parque.

Os moradores decidiram disputar o espaço no próprio Plano Diretor. Como já havia encerrado o prazo para envio das propostas de entidades, o apoio da Câmara foi fundamental – a emenda que previu a criação do Corredor Parque do Gasômetro foi proposta pelo então vereador Engenheiro Comassetto (PT) e, apoiada pelos colegas de parlamento, se tornou o inciso XXI do artigo 154 do plano revisado em 2009.

A delimitação do parque veio com a Lei Nº 738/2014, após um longo período de construção da proposta envolvendo a comunidade, coordenada pelo atual prefeito Sebastião Melo (MDB), à época vice de Fortunati. “Foi aprovado por unanimidade, com 30 votos a zero”, lembra com precisão o ex-prefeito.

ANDRESSA PUFAL/JC
Criação do parque foi reivindicada por movimentos sociais e incorporada na revisão do Plano Diretor em 2009. CRÉDITO: ANDRESSA PUFAL/JC

Coincidiu com esse debate a revitalização da orla, com recurso da CAF (Corporação Andina de Fomento), que incluiu a Praça Júlio Mesquita – mais conhecida como Praça do Aeromóvel e que integra o Corredor Parque Gasômetro. Porém, não foi possível expandir o investimento para toda a área do parque recém-criado, pois a parte do terreno que fica em frente à Câmara não era da prefeitura, e sim da Ceee.

Esse entrave é que está próximo de ser resolvido. A partir de acordo com a direção da companhia de energia, a prefeitura irá permutar (trocar) a área por um terreno do município que já é usado pela Ceee na esquina das avenidas Ipiranga e Borges de Medeiros (ao lado do prédio da Smov).

Os próximos passos para incorporar ao município o terreno que vai receber o parque são a escritura e a averbação, informa o secretário de Administração e Patrimônio, André Barbosa. No lugar existem uma subestação de tratamento de esgoto do Dmae, uma fábrica de canos do DEP, a Escola Municipal Porto Alegre e um estacionamento usado pelo Incra – o uso desses espaços será avaliado. Em 2014, o grupo de trabalho apontava para a permanência da escola e da estrutura do Dmae.

Após essa etapa, seguindo o exemplo de outros parques públicos da Capital, a prefeitura avisa que vai buscar parceria com a iniciativa privada. Os prédios da antiga Usina de Gás de Hidrogênio Carbonado de Porto Alegre, tombados como patrimônio do Estado em 2013, serão necessariamente mantidos.

O movimento Viva Gasômetro, que segue ativo e tem como ponto de encontro a Praça do Aeromóvel, vê com entusiasmo esse avanço. “Para o que a prefeitura precisar, tem a nossa parceria”, afirma Jacqueline. Fortunati também é otimista: “fico feliz, é uma expectativa de muitos anos que certamente vai permitir a utilização plena de uma área nobre da cidade”.

Área terá estudo próprio para concessão

A estrutura do Aeromóvel que fica próxima da orla do Guaíba e a praça conhecida pelo mesmo nome estão na lista das áreas que a prefeitura irá conceder para a iniciativa privada. À frente do estudo que vai embasar o edital de concessão está a empresa Aerom Sistemas de Transporte, que detém a tecnologia do aeromóvel. Também integra a área estudada o trilho sobre o canteiro da Avenida Loureiro da Silva. Entre esse trecho e a praça está o terreno a ser permutado com a CEEE.

O estudo atual não inclui o terreno intermediário e a ideia é fazer um PMI separado para a concessão do parque que será instalado ali, informa a secretária de Parcerias, Ana Pellini. No entanto, em se tratando de áreas contínuas, fará mais sentido que o uso seja integrado – essa é uma avaliação a ser feita pela prefeitura. Confirma mais informações no blog Pensar a cidade, no site do JC.

Porto Alegre transfere desfile das escolas de samba no Carnaval para maio




10/02/2022 | 21:26
Fonte: Correio do Povo

Reunião na noite desta quinta-feira definiu decisão do Executivo municipal







Ainda no encontro, os presentes tratam sobre outros temas relativos ao evento | Foto: Cesar Lopes / PMPA / Divulgação / CP


O desfile das escolas de samba no Carnaval de Porto Alegre foi transferido para maio, após reunião do prefeito Sebastião Melo, com secretários e entidades carnavalescas na noite desta quinta-feira. Anteriormente, os festejos estavam previstos para 18 e 20 de março. Agora, as datas são 6, 7 e 8 de maio.

A decisão leva em consideração o cenário da pandemia. "Diálogo e construção são marcas do nosso governo e a decisão tomada, hoje, é fruto desse processo. Quero cumprimentar as entidades carnavalescas pela compreensão e apoio na transferência da realização dos desfiles. Agora, vamos formar uma governança para realizarmos um maravilhoso carnaval nessas datas”, pontuou Melo.

Ainda no encontro, os presentes trataram sobre outros temas relativos ao evento. A Prefeitura de Porto Alegre está construindo um Termo de Permissão de Uso (TPU) com a União das Escolas de Samba de Porto Alegre (Uespa) e União das Entidades Carnavalescas do Grupo de Acesso de Porto Alegre (UECGAPA) para que as ligas possam fazer a gestão do Porto Seco e buscar parcerias para a realização do carnaval.


De acordo com o Executivo, outra medida adotada pela gestão para viabilizar os desfiles foi o lançamento de edital, em dezembro, que irá viabilizar a produção do espetáculo. O edital de fomento prevê o investimento de R$ 1,5 milhão a ser distribuído entre as 17 escolas. O recurso é do Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural (Fumproarte).

sábado, 5 de fevereiro de 2022

Projeto retoma e divulga a tradição da lã

 FONTE: Projeto retoma e divulga a tradição da lã (correiodopovo.com.br)

Iniciativa identifica e expõe pessoas que seguem trabalhando na produção artesanal na perspectiva de manter viva a atividade e mostrá-la a todos que desejarem conhecê-la em centros de referência e roteiros turísticos  

Com esse objetivo, o Lãs do RS inclui exposições, cursos, oficinas, produção de material educativo e organização de rotas turísticas. A iniciativa é do escritório de gestão cultural de Letícia, Pangea Cultural, com financiamento da Lei Aldir Blanc e do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-RS). O Centro de Referência em Artesanato de Bagé, que fica em um imóvel da prefeitura na avenida Santa Tecla, tem exposições e oferece informações sobre a tradição da lã no Rio Grande do Sul, além da possibilidade de contato com artesãos e compra de suas confecções quando há feiras, oficinas e cursos.

O Lãs do RS engloba outros programas, como o Fio da Meada, com ações destinadas a difundir conhecimento sobre a lã crua como patrimônio cultural imaterial do Estado; a criação do Museu da Lã; a Rede Centro de Referência em Artesanato Lãs do RS; e a Rota da Lã, um circuito de turismo em desenvolvimento que vai passar por fazendas de criação de ovelhas, centros de artesanato e outros locais relacionados aos fazeres da lã. O objetivo é criar espaços para fruição, capacitação e sensibilização a respeito do processamento tradicional da lã.

Essa prática está vinculada à própria geografia do Estado e a alguns fatos históricos. O campo aberto característico dos pampas tornou o Rio Grande do Sul um ambiente propício para a criação de ovelhas. Embora tivesse um rebanho maior no passado, o Estado ainda hoje é responsável por 98% da produção de lã do país. “Os ovinos vieram da Europa, através do Peru, do império espanhol, e (quando chegaram) houve necessidade de começar a trabalhar (a lã)”, explica Letícia, destacando que “as ovelhas foram levadas por colonizadores aos locais onde se estabeleceram para uso de sua carne e da lã”. 

 Centros de Referência contarão com exposições de equipamentos e produtos da lá de ovelha em pelo menos cinco municípios da Metade Sul do Estado. O de Bagé já está em funcionamento. Foto: Letícia de Cássia / Divulgação / CP

O trabalho com a lã deu origem a uma tradição com diferentes técnicas e peças de artesanato próprias do Estado, que o Lãs do RS reuniu e catalogou, unindo artesãos para o desenvolvimento de atividades como palestras, cursos e compartilhamento de histórias. “Quando começamos a juntar as pessoas, vimos que há muitos artesãos esparramados por todo o Rio Grande do Sul”, relata Eliane Simões, assessora de projetos da Associação Pampa Gaúcho de Turismo (Apatur), parceira da Pangea na Rede Centro de Referência. “Mas também percebemos que não há renovação, essas pessoas são aquelas que já faziam, que aprenderam com os avós, que aprenderam na Campanha”, complementa.

“O patrimônio tem que ser experienciado, ele não pode só existir, não dá para ter um prédio só e ficar dizendo que aquilo é patrimônio se aquilo não tem relação com as pessoas”, sustenta Letícia, referindo-se ao propósito da criação da Rede Centro de Referência em Artesanato Lãs do RS. “A proposta da rede é criar esses centros nos locais onde vivem essas artesãs e aí poder experienciar esse patrimônio”, complementa.

O projeto adquire equipamentos para os centros, como rocas, cardas (máquina que prepara a lã para a fiação), fogareiros e panelas para o tingimento, entre outros. Esses equipamentos, além de serem expostos juntamente com peças de artesanato, são utilizados para o desenvolvimento de oficinas, que estrearam em setembro. 

“As pessoas ficam fascinadas pelo universo da lã, pelo universo da ovelha, tanto pelo animal quanto pelo produto, então a gente teve uma recepção fantástica”, diz Eliane. A assessora de projetos relata que o interesse pela lã gaúcha foi despertado nos europeus e já há previsão de uma parceria com a ONG Kollektion der Vielfalt, voltada à preservação de raças de ovelhas nativas da Alemanha.

De acordo com Eliane, o Fio da Meada e a Rede Centro de Referência em Artesanato Lãs do RS são os primeiros passos para a construção do Museu da Lã, em Bagé. Segundo a assessora de projetos, o museu será o único da região dedicado ao assunto. “Ele vai ser um museu que a gente chama ‘de fronteira’: que vai abrigar o Uruguai, a Argentina e o Chile”, explica.

Criação e artesanato como heranças familiares

Participantes do Lãs do RS recordam suas origens campeiras e narram histórias que remetem ao passado e à manutenção, para o futuro, de um conhecimento legado pelos gaúchos

 Peças expostas em ambiente rural devem ser uma das atrações das rotas turísticas da lã na Metade Sul do Estado. Foto: Divulgação / CP

Clair Schneid é uma das mestras artesãs que atuam como agentes do patrimônio no Centro de Referência em Artesanato Lãs do RS em Bagé. Ela utiliza técnicas de tecelagem, feltragem (entrelaçamento de fibras da lã para formar uma espécie de tecido), lavagem, cardagem, tricô e crochê para criar peças como tapetes, xergões (mantas grossas colocadas sobre a sela do cavalo), ponchos, sapatilhas e decorações. Clair conta que começou a lidar com a lã quando tinha cerca de quatro anos. Sua avó era artesã e a ensinou a trabalhar com a lã bruta.

A artesã entende que é eficaz o trabalho feito pelo Lãs do RS. “Vejo como um resgate da nossa tradição. Nos eventos que compareço, geralmente alguém comenta que há um membro da família que trabalhou com a lã, portanto observo que há muitas famílias que desejam cultivar esta tradição, responsável pelo desenvolvimento do Estado e pela independência financeira de muitos artesãos”, comenta. 

 

Clair Schneid foi ensinada pela avó a trabalhar com a lã bruta. Foto: Divulgação / CP

Segundo Clair, a divulgação que o projeto faz do trabalho dos artesãos coloca-os em contato com possíveis compradores e possibilita o aperfeiçoamento de técnicas por meio de oficinas. Ela está entre as mestras que já ministraram oficinas de tecelagem (em tear de prego, de pente liço e em tear primitivo), de feltragem (molhada e agulhada) e de peças decorativas e vestuário em crochê e tricô.

No sangue

A veterinária Clara Vaz diz que a criação de ovelhas para lã é uma tradição familiar, que ela segue mantendo. “Produzir lã está no sangue”, ressalta. “Meus avós eram criadores, meus pais também. Vendiam a lã para a indústria, através de cooperativas e depois por barracas.”

Entre as raças criadas por Clara estão a Merino Australiano, que produz lã fina, de maior qualidade, e a Crioula, com lã naturalmente colorida em diferentes tons e utilizada em peças de decoração e artigos de tapeçaria. “As fibras produzidas pela raça Crioula são longas. O conjunto de fibras forma mechas individuais utilizadas para produzir o cochonilho (tapeçaria utilizada para substituir o pelego usado nas montarias pelo gaúcho). Meu avô mandava elaborar cochonilhos brancos para uso de Borges de Medeiros nas revoluções entre Chimangos e Maragatos”, relata a produtora, que já sabia fiar e ajudar na limpeza e preparo da lã aos quatro anos e, aos 10, aprendeu a fazer tricô. Para Clara, além de fonte de renda, o trabalho com a lã desperta a criatividade e a memória. “(A lã) traz toda a história das mulheres pampeanas que dependiam dessa atividade para vestir seus filhos, proteger o marido das intempéries e colaborar nas revoluções que moldaram nosso Estado”, afirma.

 Filha e neta de criadores de ovelhas, Clara Vaz aprendeu a fiar aos quatro anos. Foto: Hamilton Vaz / Divulgação / CP

Segundo Clara, a indústria da lã enfrenta dificuldades, mas a procura pelo produto diferenciado, para uso artesanal, é crescente. Ela diz que os consumidores de matéria-prima têm tido acesso a lãs com mais qualidade e a troca de lã por outros bens (escambo) está sendo eliminada. Já para o consumidor final, o mercado está se organizando melhor e oferecendo produtos de mais qualidade. “O grande beneficiado nisso tudo é o Estado, pois um artesanato organizado sob a ótica do conhecimento tradicional, usando uma matéria-prima que faz parte da cultura gaúcha, abre fronteiras para o turismo rural”, conclui.

*Sob supervisão de Elder Ogliari

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Oficio para CMC POA pedindo audiência para SMC


 RESULTADO DA REUNIÃO:

Relato da  reunião com Secretário Gunter na SMC
14/02/22 -  14 h

Mudanças na lei do CMC - 
Encaminhamento: ficou de se rever em março o esboço, que já está sendo elaborado pela SMC pelo jurídico com a Sra. Priscila.

LIC Municipal - 
Será  pautada na reunião de março do CMC
Secretário considera fundamental para movimentar a economia e garantiu que o Fumproarte vai continuar. 
*Secretário solicitou ofício do Conselho sobre  mudanças inadequadas na Lei Rouanet.

Fumproarte- 
Edital hip hop:150 mil
Edital do carnaval: um milhão e meio
Edital comunidade -eventos descentralizados: um milhão
Edital mulheres negras artesãs: 150 mil

Conferência de Cultura-
Secretário concordou em realizar em abril; não pode passar de junho  em função de eleições; Evandro, novo diretor de Eventos, está com essa atribuição, juntamente com Miguel.

Edital Giba Giba-
Previsão de início do pagamento  na próxima semana.

Demandas da Cultura no  OP-
Nesse ano tem orçamento previsto e as oficinas solicitadas serão realizadas.

Eleições do OP para o Conselho-
cada região pode combinar seus métodos.

Carnaval-
todo apoio garantido e prioridade para tentar resolver problemáticas do setor

Apoio para Lei Paulo Gustavo- Secretário manifestou apoio. Faz parte do Fórum dos Secretários.


Presentes: Luciano, Rozane, Leticia, Dorley( representante do OP),  Gunter  Clóvis, Henry,  Evandro.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Museu Interativo e Via Cultural vão ser as novas atrações de Santa Rosa

 Fonte:Museu Interativo e Via Cultural vão ser as novas atrações de Santa Rosa (correiodopovo.com.br)

O valor total para essas obras vai ser de R$ 3.250.000,00

Governador Eduardo Leite anunciando os recursos

Governador Eduardo Leite anunciando os recursos 



A Secretaria de Educação e Cultura de Santa Rosa desenvolveu um projeto para participar do Edital do Concurso “Museus Municipais”, do Programa Avançar na Cultura. O edital é uma realização do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria da Cultura (Sedac), com o apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae) e do Sistema Estadual de Museus (SEM RS).

Com o recurso será possível a instalação de um Museu Interativo no Centro Cultural e a construção de uma Via Cultural. Dessa forma, o Centro Cívico, a Biblioteca Municipal, o Centro Cultural e a Praça da Bandeira vão estar interligados. Ao todo, mais de R$ 3 milhões vão ser investidos. O projeto contempla também, a modernização e mudança de local do Museu Municipal de Santa Rosa, local que traz uma grande contribuição para o desenvolvimento educacional e cultural da população. Em função da quantidade de acervo histórico do município expostos e guardados no museu, surgiu a necessidade de pensar em um local, mais amplo e com melhores condições para a visitação. Sendo assim, o antigo Prédio da Prefeitura de Santa Rosa, denominado Centro Cultural Prof. Fioravante Pedrazani vai receber parte do Museu Municipal do município.

Uma novidade vai ser a instalação de um Museu Interativo que vai fazer parte do Museu Municipal. Vão ser instalados equipamentos audiovisuais, telas interativas (touchscreens com software adequado), trazendo modernização na comunicação com os usuários e melhorando a conservação e preservação de parte do acervo, que vai ser exposto de forma digital através dessas telas. O Prefeito Anderson Mantei que esteve em Porto Alegre e acompanhou o lançamento do Programa destacou a importância dessas melhorias. “A nova instalação do Museu vai dar mais vida à história de Santa Rosa. Com certeza vamos ter mais visitantes que vão conhecer a história da nossa cidade e ver o desenvolvimento do município, pois vai ser um local de referência para a região”, disse.


Outra grande novidade vai ser a criação de uma Via Cultural em Santa Rosa. A Via vai ser uma extensão do Museu Municipal, um verdadeiro Museu “a céu aberto” em um ambiente externo. Na lateral do Centro Cultural vai ser construída a via que vai ligar importantes pontos culturais da cidade, como o Centro Cívico Cultural Antônio Carlos Borges, a Biblioteca Pública Municipal Olavo Bilac, o Centro Cultural Prof. Fioravante Pedrazani e por fim, a Praça da Bandeira. Na Via Cultural vão ser instalados monumentos que contam a história de Santa Rosa e de suas personalidades. Vai ser um local cultural museológico de grande fluxo que vai disseminar a história do município e trazer mais lazer, cultura e conhecimento para os visitantes.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

“A experiência de Niterói pode e deve ser aplicada em outros lugares”, diz Leonardo Giordano, secretário de Cultura da cidade



“A experiência de Após um ano de gestão à frente da Secretaria das Culturas de Niterói, Leonardo Giordano fala um pouco sobre como o setor cultural da cidade vem enfrentando o crítico momento da pandemia
Leonardo Giordano (Foto: Leo Zulluh)



Após um ano de gestão à frente da Secretaria das Culturas de Niterói, Leonardo Giordano fala um pouco sobre como o setor cultural da cidade vem enfrentando o crítico momento da pandemia de Covid-19. Com as atividades de público ainda limitadas, a estratégia da Prefeitura em investir na economia criativa fez com que a produção cultural tivesse continuidade, gerando emprego e renda, amparando assim quem vive do fazer artístico no município.

Confira a entrevista.

Como a cidade de Niterói enfrentou a pandemia no que diz respeito à cultura?

A gente entra na Secretaria das Culturas em um momento muito sensível, em 2021, onde as atividades de público ainda estavam restritas para conter o avanço do vírus. Então, a nossa prioridade foi desenvolver, em caráter emergencial, um plano sólido de retomada econômica e cultural para a cidade e, principalmente, para os artistas. O primeiro passo foi aportar recursos em chamadas públicas, editais, para que os artistas pudessem continuar produzindo, de forma remunerada, mesmo dentro de suas casas.



De quanto foi esse investimento e como foi implementado?


Entre auxílios emergenciais, editais e projetos, foram cerca de R$ 36 milhões investidos. Esses aportes alcançaram fazedores de cultura de ponta a ponta da cidade, em todo o território. A descentralização dos recursos foi uma grande conquista. Pela primeira vez, o município comprou produtos prontos dos artistas locais (quadros, esculturas, livros, etc), premiou ideias criativas, abrangeu nos editais de forma inédita setores como Carnaval, Capoeira e Circo, e, dessa forma, os resultados foram muito potentes. Fortalecemos ainda as empresas que atuam no setor, os Pontos de Cultura, organizações de base comunitária, artistas independentes, entre outros. Em um momento difícil, conseguimos fazer com que os recursos chegassem diretamente a cerca de 5.000 fazedores de cultura.

Em um momento crítico a nível nacional para a Cultura, como Niterói consegue se manter firme no avanço das políticas públicas culturais?

É importante dizer que Niterói tem um histórico de investimento em cultura, é uma das cidades que mais investem em cultura a nível nacional. Hoje, 90% dos investimentos em cultura na cidade vêm do Orçamento do próprio município, o que é raro no país. A gente entende que cultura é um direito e que, para uma sociedade potente, é preciso assegurar isso de maneira firme. Todas as nossas ações foram pensadas e planejadas com ampla participação popular (mais de 4.700 pessoas envolvidas diretamente nas decisões), de quem faz cultura na ponta. Isso traz para a gestão pública uma visão real das necessidades e a possibilidade de desenvolver políticas mais assertivas, por meio dessa escuta. A nível nacional, assistimos a um desmonte, um retrocesso, censura e perseguição. Nós seguimos na contramão disso. Nossa prática é a de resistência e valorização, porque acreditamos que, de fato, a cultura tem o poder de transformação social.

As experiências da Cultura de Niterói tiveram repercussão internacional. Você pode contar um pouco sobre isso?


Uma das nossas ações estratégicas foi o desenvolvimento da Carta de Direitos Culturais da cidade. Niterói é a primeira cidade do Brasil a implementar a Carta e uma das poucas no mundo a construir um instrumento vinculante dessa natureza. Por esse pioneirismo, ela se incorpora a um circuito internacional de boas práticas de gestão cultural, ao lado de cidades como Roma (Itália), Freiburg (Alemanha), San Luís Potosí, Mérida (México) e Barcelona


(Espanha). O objetivo é a consolidação de um instrumento que garanta o pleno exercício dos direitos culturais pela população. A proposta é baseada no fato de que as autoridades públicas têm o dever de garantir a participação na cultura, consagrada na Declaração Universal dos Direitos Humanos e em outros tratados e convenções internacionais. É um pacto social para consolidar os direitos, promover, valorizar e estimular a democratização da cultura e a transparência na gestão. Com essa ação, recebemos o apoio da Unesco e do Programa IberCultura Viva, participamos de eventos com gestores da América Latina e até com a Universidade de Hebei, na China, como referência no tema direitos culturais.


Você acredita que as ações de Niterói podem inspirar outras cidades?


Sem dúvidas. Isso já está acontecendo. Estamos, com frequência, sendo convidados para falar sobre a gestão cultural em tempos de crise em outros municípios. A experiência de Niterói pode e deve ser aplicada em outros lugares. São ações que garantem a cultura enquanto direito, resguardam nossa história e memória, mantendo viva nossa identidade. Em tempos de tantos ataques à cultura, é fundamental que as cidades promovam ações de ampliação, resistência e amparo ao setor cultural e à população em geral. Cultura é um direito e é papel do poder público garantir isso ao povo!

fonte:"A experiência de Niterói pode e deve ser aplicada em outros lugares", diz Leonardo Giordano, secretário de Cultura da cidade - Revista Fórum (revistaforum.com.br)

domingo, 9 de janeiro de 2022

Edital eleição dos representantes do OP no Conselho Municipal de Cultura 2022 Processo 19.0.000110769-3

 ELEIÇÃO DOS REPRESENTANTES DO CONSELHO MUNICIPAL DE CULTURA OP 2022

PROCESSO 19.0.000110769-3 

A SECRETARIA MUNICIPAL DA CULTURA (SMC) E A SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNANÇA LOCAL E COORDENAÇÃO POLÍTICA (SMGOV) TORNAM PÚBLICA A ABERTURA DE PRAZO PARA ELEIÇÃO dos 17 (dezessete) membros Titulares e 17 (dezessete) Suplentes do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre, conforme cronograma disponibilizado neste Edital, Representantes da População Organizada de cada uma das 17 (dezessete) regiões do Orçamento Participativo, para o Mandato 2022-2023, a realizarem-se na forma das Leis Complementares 399/1997 e 661/2010; Decreto 11.738/1997 e deste Edital, o qual será disponibilizado na página da Secretaria Municipal da Cultura e no Diário Oficial de Porto Alegre. Para          esclarecimento de dúvidas, enviar e-mail para editaiscmc2021@gmail.com.

 

1. DAS REGIÕES

São as seguintes as regiões do Orçamento Participativo, e respectivos bairros:

1. Região HUMAITÁ/NAVEGANTES, abrangendo os bairros Anchieta, Farrapos, Humaitá, Navegantes e São Geraldo.

2. Região NOROESTE, abrangendo os bairros Boa Vista, Cristo Redentor, Higienópolis, Jardim Itú, Jardim Lindóia, Jardim São Pedro, Passo Dareia, Santa Maria Goretti, São João, São Sebastião, Vila Floresta e Vila Ipiranga.

3. Região LESTE, abrangendo os bairros Bom Jesus, Chácara das Pedras, Jardim Carvalho, Jardim do Salso, Jardim Sabará, Morro Santana, Três Figueiras e Vila Jardim.

4. Região LOMBA DO PINHEIRO, abrangendo os bairros Agronomia e Lomba do Pinheiro.

5. Região NORTE: Bairro Sarandi.

6. Região NORDESTE: Bairro Mário Quintana.

7. Região PARTENON, abrangendo os bairros Cel. Aparício Borges, Partenon, Santo Antônio, São José e Vila João Pessoa.

8. Região RESTINGA: Bairro Restinga.

9. Região GLÓRIA, abrangendo os bairros Belém Velho, Cascata e Glória.

10. Região CRUZEIRO, abrangendo os bairros Medianeira e Santa Tereza.

11. Região CRISTAL: Bairro Cristal.

12. Região CENTRO-SUL, abrangendo os bairros Camaquã, Campo Novo, Cavalhada, Nonoai, Teresopólis e Vila Nova.

13. Região EXTREMO SUL, abrangendo os bairros Belém Novo, Chapéu do Sol, Lageado, Lami e Ponta Grossa.

14. Região EIXO BALTAZAR, abrangendo os bairros Passo das Pedras e Rubem Berta.

15. Região SUL, abrangendo os bairros Espírito Santo, Guarujá, Hípica, Ipanema, Pedra Redonda, Serraria,  Tristeza, Vila Assunção e Vila Conceição.

16. Região CENTRO, abrangendo os bairros Auxiliadora, Azenha, Bela Vista, Bom Fim, Centro Histórico, Cidade Baixa, Farroupilha, Floresta, Independência, Jardim Botânico, Menino Deus, Moinhos de Vento, MontSerrat, Petrópolis, Praia de Belas, Rio Branco, Santa Cecília e Santana.

17. Região ILHAS: Bairro Arquipélago (Ilha das Flores, da Pintada, do Pavão e Ilha Grande dos Marinheiros).

 

2. DA ELEIÇÃO

A eleição dos Representantes ocorrerá conforme segue:

2.1. A Secretaria Municipal da Cultura e a Secretaria Municipal de Governança Local e Coordenação Política    (SMGOV), através das estruturas “Prefeitura nos Bairros”, vêm tornar públicas as datas e os locais em que serão realizadas as plenárias dos Núcleos ou Comissão de Cultura e dos Fóruns Regionais do Orçamento Participativo (FROP) de cada região, para fins deste Edital, na forma remota ou presencial, devendo constar obrigatoriamente na pauta da reunião, divulgada com antecedência, o assunto “Eleições para o Conselho Municipal de Cultura”.

2.2 As plenárias serão realizadas pelas regiões nas seguintes datas e locais:

REGIÃO DATA ENDEREÇO/LINK

01 – Humaitá -Navegantes 22/02/2022 Subprefeitura Humaitá - Av. Cairú nº 721

 

02 – Noroeste 07/02/2022           

https://municipiopoa.webex.com/municipiopoa-pt/j.php?

MTID=md123f74ba36d90913f92585955cbd18d

 

03 - Leste 21/02/2022 Subprefeitura Leste - Rua São Felipe, 144 – Bom Jesus

 

04 – Lomba do Pinheiro 21/02/2022

https://municipiopoa.webex.com/municipiopoa-pt/j.php?

MTID=mf3cec81080662e763e871ddf5b979957

 

05 – Norte 10/02/2022

https://municipiopoa.webex.com/municipiopoa-pt/j.php?

MTID=m80c8cc582fb2e9a83cb4ab45f7de65e8

 

06 – Nordeste 03/02/2022

https://municipiopoa.webex.com/municipiopoa-pt/j.php?

MTID=mfc571afa7a05b780517fc82de538c4c0

 

07 – Partenon 07/02/2022 Subprefeitura Partenon - Av. Bento Gonçalves, 6670

 

08 – Restinga 21/02/2022Sede do núcleo esperança Endereço - Av. João Antônio Silveira, 2500, Restinga

 

09 – Glória 22/02/2022  Subprefeitura Glória - Rua Cel Neves 555

 

10 – Cruzeiro 22/02/2022

https://municipiopoa.webex.com/municipiopoa-pt/j.php?

MTID=m0bebbd4920400231767cff7d9307254b

 

11 – Cristal 14/02/2022ASSAC Associação dos Amigos do Cristal - Rua Curupaiti, 925

 

12 – Centro-Sul 09/02/2022CECOPAM – Rua Arroio Grande, 50

13 – Extremo-Sul

09/02/2022Subprefeitura Extremo Sul – Av. Des. Jorge Mello Guimarães, 12

 

14 – Eixo Baltazar 16/02/2022

https://municipiopoa.webex.com/municipiopoa-pt/j.php?

MTID=m70f98ea277c97796ab671cb8eed8c796

 

15 – Sul 22/02/2022

https://municipiopoa.webex.com/municipiopoa-pt/j.php?

MTID=mbf4dce09ba91681c0d6ace5b97811dc5

 

16 – Centro 09/02/2022 Casa dos Conselhos – Av. João Pessoa, 1110

 

17 - Ilhas 17/02/2022 Subprefeitura Ilhas – Rua Capitão Coelho - Praça Salomão Pires de Abraão s/nº

 

2.3. As referidas plenárias, assim como as candidaturas, serão abertas a qualquer cidadão da região.

2.4. Nas regiões onde existirem Núcleos ou Comissões de Cultura atuantes, caberá a seus integrantes apresentarem, na plenária da respectiva região, os nomes dos Representantes eleitos, comprovando a eleição com Ata e lista de presenças originais da reunião em que foi realizada.

2.4.1 Entenda-se por Núcleos ou Comissões de Cultura atuantes, coletivos com atuação reconhecida na Região, no mínimo durante os últimos doze meses.

2.5. Apresentados os Representantes eleitos pelo Núcleo, caberá ao FROP referendar a eleição por ele realizada.

2.6. Nas regiões em que não houver Núcleos ou Comissões de Cultura atuantes, ou estes não apresentarem indicação de nomes ao FROP, caberá a este eleger os Representantes da Região.

2.7. Caberá às estruturas “Prefeitura nos Bairros”, no prazo deste Edital, enviarem à SMC, via Processo

Eletrônico (SEI) a documentação comprobatória da eleição dos Representantes, constituída de:

a) Documentação referente aos Representantes eleitos: cópia de documento de identidade e comprovante de residência na respectiva Região e informações de contato (telefone e e-mail);

b) Quando houver Núcleo ou Comissão de Cultura na região: cópia, autenticada por servidor da estrutura “Prefeitura nos Bairros”, da Ata e lista de presenças, com as assinaturas dos presentes (em caso de reunião presencial) e identificação dos mesmos (em qualquer modalidade), da reunião do Núcleo ou Comissão, registrando a eleição dos Representantes;

c) Cópia, autenticada por servidor da estrutura “Prefeitura nos Bairros”, da lista de presenças e Ata da Plenária do FROP onde conste a eleição ou ratificação dos Representantes, assinada (somente em caso de reunião presencial) e com identificação dos presentes (em qualquer caso).

2.8. Cada região/FROP dará origem a um Processo SEI específico.

2.9. As vagas correspondentes às regiões que não elegerem Representantes; cujas indicações forem recebidas fora do prazo; ou em desacordo com este Edital, ficarão em aberto até a realização de novas eleições.

3. DOS PRAZOS

3.1. O prazo para realização das eleições das respectivas regiões será entre os dias 03 de fevereiro de 2022 a 22 de fevereiro de 2022.

3.2. Fica estipulado que o prazo para indicação dos membros às plenárias será entre os dias 17 de janeiro de 2022 a 26 de janeiro de 2022.

3.3. As indicações deverão ser enviadas ao e-mail editaiscmc2021@gmail.com até 26 de janeiro de 2022.

3.4. A divulgação dos candidatos será no dia 31 de janeiro de 2022.

3.5. O prazo para o recebimento da documentação referida no Item 2.6 pela SMC vai até o dia 10 de março de

2022.

3.6. Do dia 10 de março de 2022 a 17 de março de 2022 será analisada a documentação pela Comissão de Homologação.

3.7. O Resultado será publicado 18 de março de 2022.

4. DA HOMOLOGAÇÃO

4.1. Os Secretários Municipais da Cultura e da Governança Local e Coordenação Política nomearão uma

Comissão de Homologação, composta de 04 (quatro) membros, sendo: 02 (dois) Representantes da SMGOV e

02 (dois) Representante da SMC (poderão ser indicados Representantes Governamentais que integrem o

Conselho Municipal de Cultura).

4.2. Caberá à Comissão de Homologação analisar a documentação referente à eleição dos Representantes

das regiões e deliberar pela sua homologação ou não-homologação do dia 10 de março de 2022 a 17 de março

de 2022.

4.3. O resultado da homologação será publicado no dia 18 de março de 2022, cabendo no prazo de 05 (cinco)

dias após a publicação, recurso através do e-mail editaiscmc2021@gmail.com, dirigido ao Secretário Municipal

 

da Cultura, o qual terá a palavra final, ouvida a Procuradoria Municipal Setorial quando necessário.

4.4. Não poderão ser eleitos:

a) Membros de outros Conselhos do Município;

b) Detentores de cargo em comissão no Município; ou

c) Detentores de Mandato eletivo.

4.5. Os Mandatos terão a duração de 02 (dois) anos, a contar da data da posse, permitida a recondução,

imediatamente após o Mandato, por uma única vez.

Porto Alegre, 07 de janeiro de 2022

GUNTER AXT,

 Secretário Municipal da Cultura.

CASSIO DE JESUS TROGILDO

Secretário Municipal de Governança Local e Coordenação Política.


terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Convocação para primeira reunião ordinária de 2022 do CMC de Porto Alegre em 11/01/22 - às 19h - Virtual

 Convocação para primeira reunião ordinária de 2022 do Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre (CMC) para dia 11 de janeiro - segunda feira - às 19h - Virtual


Pautas:

- Conferência de Cultura;

- Indicação de Jurados para Edital do Auxílio Emergencial Giba Giba;

- Eleições do OP para o CMC;

- Verba para Festival Internacional de Teatro de Rua;

- LIC Municipal;

- Carnaval.


Link para reunião será mandado no dia

O CMC precisa se fazer presente com nomes da área artística pra integrar a comissão do Giba Giba

 Lembrando que é um trabalho sem remuneração, quem participar vai estar ajudando os artistas.

 O CMC pode decidir se indica conselheiro ou outros agentes de cultura, ou ambos.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

Prorrogado o prazo para contrapartidas da Lei Aldir Blanc em Porto Alegre

 



A Prefeitura Municipal de Porto Alegre informa aos contemplados pela Lei Aldir Blanc que o prazo das contrapartidas que se encerraria neste 31 de dezembro foi prorrogado. Considerando que a Lei Aldir Blanc trouxe o prazo de 180 dias, contados da data do reinício das atividades, considerada a análise epidemiológico-sanitária de cada Município e região, A Secretaria Municipal da Cultura, visando a organização interna dos trabalhos de prestação de contas junto ao Ministério do Turismo, comunica que o prazo para apresentação das contrapartidas está prorrogado até 30 de junho de 2022.





Assim, conforme disposto na regulamentação, as entidades devem garantir como contrapartida a realização de atividades destinadas, prioritariamente, aos alunos de escolas públicas ou de atividades em espaços públicos de sua comunidade. As atividades devem ser gratuitas, inclusive apresentações ao vivo com interação popular por meio da internet.



A prefeitura como responsável pela distribuição do subsídio mensal, ficará responsável por verificar o cumprimento da contrapartida.

 

 

Enviado por Guimarães-33388738 / whats 999875880

 

sábado, 1 de janeiro de 2022

Participantes do Distrito C e Patrimônio Histórico no 4ºDistrito

Distrito C - Distrito Criativo de Porto Alegre

- Existe desde 2013.

- É o primeiro e maior distrito criativo no Brasil.

- Um dos primeiros na América Latina.

- 2020: Único participante brasileiro de Encontro Internacional, com 15 distritos criativos de América e Europa.
- 2021: Organizador, com a UFSC, da International Conference on Creative Territories for Sustainable Development.

 

Localização:
Bairros Floresta e São Geraldo, no chamado 4º Distrito.
Participantes: mais de 80 artistas e locais de Economia Criativa, do Conhecimento e da Experiência.

Extensão: 250 ha ( ~ 250 campos de futebol) 

Para fazer chegar a mais porto-alegrenses o projeto e um de nossos valores mais importantes, o patrimônio histórico da região, esta semana, realizamos 3 apresentações em vídeo, sobre os nossos 4 núcleos territoriais. 

Núcleo Cervejaria - bairro Floresta

Vias principais: Cristóvão Colombo, Comendador Coruja, Gonçalo de Carvalho.
ATENÇÃO: Para ver a parte final, que ficou interrompida, devido a uma queda do servidor, veja este vídeo:

Patrimônio Histórico:
Antiga Cervejaria Bopp/Shopping Total (Wiederspahn), Palacinho (Boni), Residência Wiederspahn (Wiederspahn), Conjunto de Casas na Rua Gonçalo de Carvalho (Lutzenberger), Antiga Fábrica Geyer Medicamentos.
Artistas e locais de Economia Criativa:
Marquise51, Bestiário, CC100, Clemente Design, Vó Zuzu, Encadernando Idéias, PIN, Ciranda dos Ritmos, Casa de Teatro,  Casa da Música, Espaço 373, Fabrique Maker Space, Tanguera, Espaço Livre Arte Corpo Mente, Paulo Capelari Galeria de Arte, além de locais de gastronomia e turismo.

Núcleo Florida - bairro Floresta
Vias principais: Cristóvão Colombo, São Carlos, Gaspar Martins, Hoffmann, Sete de Abril, Câncio Gomes,

Patrimônio Histórico:
Igreja Santa Teresinha do Menino Jesus (murais de Locatelli e Sessa), Residências antigas na R. São Carlos, Prédios Bastian Pinto (Lutzenberger), "Casa de Apartamentos" (Wihan), Igreja Batista da Floresta, Antigo Moinho Germani,  antiga Fábrica Wallig (Wiederspahn).
Artistas e locais de Economia Criativa:
Galpão Makers, Preza, Ricardo Silvestrin,  Tampart, Galeria Minéraux, Espaço Cultural Dalva Lucchesi, Vila Flores, Studio Insonia, Mundaréu, Vila Velô, Vinhatti Antiguidades,  Garimpo Antiguidades, Naida Gomes Antiguidades, Fábrica do Futuro, Casa 533, O APÊ, além de locais de gastronomia e turismo.

(Núcleo Visconde - bairro Floresta e Núcleo São Geraldo

Vias principais: Cristóvão Colombo, Visconde de Rio Branco, Conde de Porto Alegre, Presidente Roosevelt, Benjamin Constant, Voluntários da Pátria.

Patrimônio Histórico:
Igreja São Pedro (Hruby),  Armazém Avante, Cine Theatro Orpheu, Antiga Fábrica de Vidros Sul-Brasileira, Antiga Sociedade Gondoleiros (Pufal). Antigo Moinho Rio-grandense,  Igreja São Geraldo, Cia. Fiação e Tecidos Porto-Alegrense - FIATECI (Pufal), Antigo Moinho Chaves (Wiederspahn), Antiga Cia. Fabril (Hruby), Antiga Fábrica Neugebauer (Haessler), Antigo Cine-Theatro Navegantes.
Artistas e locais de Economia Criativa:
Delphus Galeria, Atelier Roseli Jahn, Galeria Bolsa de Arte, Tania Göller Antiques, Antiquário La Casa de Bernarda Alba, Noventamil, CIX – Espaço 109, Tatiana Goldberg, Shogun FX, Acervo Olinda, Art Trike, Artesania do Mundo, Luz Feito a Mão, além de locais de gastronomia e turismo.

O DISTRITO C é um projeto da UrbsNova Inovação Social

Jorge Piqué

UrbsNova
Agência de Design Social e Inovação | Agencia de Diseño Social e Innovación
Porto Alegre - Barcelona


     >> Projetos UrbsNova

     Polo Distrito C | Distrito Criativo de Porto Alegre

     Proyecto Vía Eixample Barcelona
     En español >> https://viaeixample.wordpress.com/