Postagem em destaque

QUÓRUM DO CMC PASSOU PARA 12 EM REUNIÃO DE 21/03/2001

No nosso regimento inicialmente o quórum era 17 conselheiros, muito alto, sendo praticamente um motivo usado para impedir o funcionamento d...

sábado, 12 de fevereiro de 2022

Conquista dos Moradores e do Movimento Viva Gasômetro, Corredor Parque Gasômetro está próximo de virar realidade

 Fonte: Conquista dos Moradores e do Movimento Viva Gasômetro, Corredor Parque Gasômetro está próximo de virar realidade | Luíz Müller Blog (luizmuller.com)

“É importante para mostrar o resultado da mobilização”, comemora Jacqueline Sanchotene, moradora do bairro e uma das pessoas engajadas no movimento Viva Gasômetro, que completou 15 anos em dezembro. À época, a comunidade aproveitou o debate de revisão do Plano Diretor para reivindicar a qualificação da área, no que o ex-prefeito José Fortunati, que foi secretário do Planejamento Municipal, classifica como “processo de democratização do planejamento(...)Os moradores decidiram disputar o espaço no próprio Plano Diretor. Como já havia encerrado o prazo para envio das propostas de entidades, o apoio da Câmara foi fundamental – a emenda que previu a criação do Corredor Parque do Gasômetro foi proposta pelo então vereador Engenheiro Comassetto (PT) e, apoiada pelos colegas de parlamento, se tornou o inciso XXI do artigo 154 do plano revisado em 2009.” Extrato de Artigo de BRUNA SUPTITZ no Jornal do Comércio, que publico na íntegra a seguir:

PENSAR A CIDADE

Corredor Parque Gasômetro está mais próximo de virar realidade

Corredor Parque Gasômetro une entorno da Usina, duas praças e área que será permutada com a CEEE

O Corredor Parque Gasômetro, que vai ligar duas praças e áreas verdes do Centro Histórico à orla, no ponto onde a Usina encontra com o Cais Mauá, está mais perto de se tornar realidade. Essa é uma antiga reivindicação de movimentos sociais de Porto Alegre, que no início dos anos 2000 convidaram a cidade a se voltar para o Guaíba, quando ainda não se falava na revitalização da orla.

A proposta do parque segue o trajeto do aeromóvel desde a Avenida Loureiro da Silva, passando pelas avenidas João Goulart e Siqueira Campos, até a Praça Brigadeiro Sampaio, vizinha do Comando Militar do Sul. O traçado foi definido por lei em 2014, no entanto, faltava ao município o direito sobre um trecho em frente a Câmara Municipal com mais de 10 mil metros quadrados de área. Agora, com a autorização para permuta da área com a Ceee, o projeto volta à pauta na prefeitura.

“É importante para mostrar o resultado da mobilização”, comemora Jacqueline Sanchotene, moradora do bairro e uma das pessoas engajadas no movimento Viva Gasômetro, que completou 15 anos em dezembro. À época, a comunidade aproveitou o debate de revisão do Plano Diretor para reivindicar a qualificação da área, no que o ex-prefeito José Fortunati, que foi secretário do Planejamento Municipal, classifica como “processo de democratização do planejamento”.

Estava em vigor a lei de 1999 do Plano Diretor, que previu espaço para os fóruns regionais e de entidades construírem junto com o poder público a revisão. Na Região de Planejamento 1, que incorpora o Centro Histórico, surgiu um “exercício de imaginação” do que poderia ser feito pelo poder público para qualificar áreas públicas, recorda Jaqueline. Uma das ideias, apresentada pelo arquiteto e conselheiro Rogério Dal Molin, serviu de inspiração para o parque.

Os moradores decidiram disputar o espaço no próprio Plano Diretor. Como já havia encerrado o prazo para envio das propostas de entidades, o apoio da Câmara foi fundamental – a emenda que previu a criação do Corredor Parque do Gasômetro foi proposta pelo então vereador Engenheiro Comassetto (PT) e, apoiada pelos colegas de parlamento, se tornou o inciso XXI do artigo 154 do plano revisado em 2009.

A delimitação do parque veio com a Lei Nº 738/2014, após um longo período de construção da proposta envolvendo a comunidade, coordenada pelo atual prefeito Sebastião Melo (MDB), à época vice de Fortunati. “Foi aprovado por unanimidade, com 30 votos a zero”, lembra com precisão o ex-prefeito.

ANDRESSA PUFAL/JC
Criação do parque foi reivindicada por movimentos sociais e incorporada na revisão do Plano Diretor em 2009. CRÉDITO: ANDRESSA PUFAL/JC

Coincidiu com esse debate a revitalização da orla, com recurso da CAF (Corporação Andina de Fomento), que incluiu a Praça Júlio Mesquita – mais conhecida como Praça do Aeromóvel e que integra o Corredor Parque Gasômetro. Porém, não foi possível expandir o investimento para toda a área do parque recém-criado, pois a parte do terreno que fica em frente à Câmara não era da prefeitura, e sim da Ceee.

Esse entrave é que está próximo de ser resolvido. A partir de acordo com a direção da companhia de energia, a prefeitura irá permutar (trocar) a área por um terreno do município que já é usado pela Ceee na esquina das avenidas Ipiranga e Borges de Medeiros (ao lado do prédio da Smov).

Os próximos passos para incorporar ao município o terreno que vai receber o parque são a escritura e a averbação, informa o secretário de Administração e Patrimônio, André Barbosa. No lugar existem uma subestação de tratamento de esgoto do Dmae, uma fábrica de canos do DEP, a Escola Municipal Porto Alegre e um estacionamento usado pelo Incra – o uso desses espaços será avaliado. Em 2014, o grupo de trabalho apontava para a permanência da escola e da estrutura do Dmae.

Após essa etapa, seguindo o exemplo de outros parques públicos da Capital, a prefeitura avisa que vai buscar parceria com a iniciativa privada. Os prédios da antiga Usina de Gás de Hidrogênio Carbonado de Porto Alegre, tombados como patrimônio do Estado em 2013, serão necessariamente mantidos.

O movimento Viva Gasômetro, que segue ativo e tem como ponto de encontro a Praça do Aeromóvel, vê com entusiasmo esse avanço. “Para o que a prefeitura precisar, tem a nossa parceria”, afirma Jacqueline. Fortunati também é otimista: “fico feliz, é uma expectativa de muitos anos que certamente vai permitir a utilização plena de uma área nobre da cidade”.

Área terá estudo próprio para concessão

A estrutura do Aeromóvel que fica próxima da orla do Guaíba e a praça conhecida pelo mesmo nome estão na lista das áreas que a prefeitura irá conceder para a iniciativa privada. À frente do estudo que vai embasar o edital de concessão está a empresa Aerom Sistemas de Transporte, que detém a tecnologia do aeromóvel. Também integra a área estudada o trilho sobre o canteiro da Avenida Loureiro da Silva. Entre esse trecho e a praça está o terreno a ser permutado com a CEEE.

O estudo atual não inclui o terreno intermediário e a ideia é fazer um PMI separado para a concessão do parque que será instalado ali, informa a secretária de Parcerias, Ana Pellini. No entanto, em se tratando de áreas contínuas, fará mais sentido que o uso seja integrado – essa é uma avaliação a ser feita pela prefeitura. Confirma mais informações no blog Pensar a cidade, no site do JC.

Porto Alegre transfere desfile das escolas de samba no Carnaval para maio




10/02/2022 | 21:26
Fonte: Correio do Povo

Reunião na noite desta quinta-feira definiu decisão do Executivo municipal







Ainda no encontro, os presentes tratam sobre outros temas relativos ao evento | Foto: Cesar Lopes / PMPA / Divulgação / CP


O desfile das escolas de samba no Carnaval de Porto Alegre foi transferido para maio, após reunião do prefeito Sebastião Melo, com secretários e entidades carnavalescas na noite desta quinta-feira. Anteriormente, os festejos estavam previstos para 18 e 20 de março. Agora, as datas são 6, 7 e 8 de maio.

A decisão leva em consideração o cenário da pandemia. "Diálogo e construção são marcas do nosso governo e a decisão tomada, hoje, é fruto desse processo. Quero cumprimentar as entidades carnavalescas pela compreensão e apoio na transferência da realização dos desfiles. Agora, vamos formar uma governança para realizarmos um maravilhoso carnaval nessas datas”, pontuou Melo.

Ainda no encontro, os presentes trataram sobre outros temas relativos ao evento. A Prefeitura de Porto Alegre está construindo um Termo de Permissão de Uso (TPU) com a União das Escolas de Samba de Porto Alegre (Uespa) e União das Entidades Carnavalescas do Grupo de Acesso de Porto Alegre (UECGAPA) para que as ligas possam fazer a gestão do Porto Seco e buscar parcerias para a realização do carnaval.


De acordo com o Executivo, outra medida adotada pela gestão para viabilizar os desfiles foi o lançamento de edital, em dezembro, que irá viabilizar a produção do espetáculo. O edital de fomento prevê o investimento de R$ 1,5 milhão a ser distribuído entre as 17 escolas. O recurso é do Fundo Municipal de Apoio à Produção Artística e Cultural (Fumproarte).

sábado, 5 de fevereiro de 2022

Projeto retoma e divulga a tradição da lã

 FONTE: Projeto retoma e divulga a tradição da lã (correiodopovo.com.br)

Iniciativa identifica e expõe pessoas que seguem trabalhando na produção artesanal na perspectiva de manter viva a atividade e mostrá-la a todos que desejarem conhecê-la em centros de referência e roteiros turísticos  

Com esse objetivo, o Lãs do RS inclui exposições, cursos, oficinas, produção de material educativo e organização de rotas turísticas. A iniciativa é do escritório de gestão cultural de Letícia, Pangea Cultural, com financiamento da Lei Aldir Blanc e do Fundo de Apoio à Cultura (FAC-RS). O Centro de Referência em Artesanato de Bagé, que fica em um imóvel da prefeitura na avenida Santa Tecla, tem exposições e oferece informações sobre a tradição da lã no Rio Grande do Sul, além da possibilidade de contato com artesãos e compra de suas confecções quando há feiras, oficinas e cursos.

O Lãs do RS engloba outros programas, como o Fio da Meada, com ações destinadas a difundir conhecimento sobre a lã crua como patrimônio cultural imaterial do Estado; a criação do Museu da Lã; a Rede Centro de Referência em Artesanato Lãs do RS; e a Rota da Lã, um circuito de turismo em desenvolvimento que vai passar por fazendas de criação de ovelhas, centros de artesanato e outros locais relacionados aos fazeres da lã. O objetivo é criar espaços para fruição, capacitação e sensibilização a respeito do processamento tradicional da lã.

Essa prática está vinculada à própria geografia do Estado e a alguns fatos históricos. O campo aberto característico dos pampas tornou o Rio Grande do Sul um ambiente propício para a criação de ovelhas. Embora tivesse um rebanho maior no passado, o Estado ainda hoje é responsável por 98% da produção de lã do país. “Os ovinos vieram da Europa, através do Peru, do império espanhol, e (quando chegaram) houve necessidade de começar a trabalhar (a lã)”, explica Letícia, destacando que “as ovelhas foram levadas por colonizadores aos locais onde se estabeleceram para uso de sua carne e da lã”. 

 Centros de Referência contarão com exposições de equipamentos e produtos da lá de ovelha em pelo menos cinco municípios da Metade Sul do Estado. O de Bagé já está em funcionamento. Foto: Letícia de Cássia / Divulgação / CP

O trabalho com a lã deu origem a uma tradição com diferentes técnicas e peças de artesanato próprias do Estado, que o Lãs do RS reuniu e catalogou, unindo artesãos para o desenvolvimento de atividades como palestras, cursos e compartilhamento de histórias. “Quando começamos a juntar as pessoas, vimos que há muitos artesãos esparramados por todo o Rio Grande do Sul”, relata Eliane Simões, assessora de projetos da Associação Pampa Gaúcho de Turismo (Apatur), parceira da Pangea na Rede Centro de Referência. “Mas também percebemos que não há renovação, essas pessoas são aquelas que já faziam, que aprenderam com os avós, que aprenderam na Campanha”, complementa.

“O patrimônio tem que ser experienciado, ele não pode só existir, não dá para ter um prédio só e ficar dizendo que aquilo é patrimônio se aquilo não tem relação com as pessoas”, sustenta Letícia, referindo-se ao propósito da criação da Rede Centro de Referência em Artesanato Lãs do RS. “A proposta da rede é criar esses centros nos locais onde vivem essas artesãs e aí poder experienciar esse patrimônio”, complementa.

O projeto adquire equipamentos para os centros, como rocas, cardas (máquina que prepara a lã para a fiação), fogareiros e panelas para o tingimento, entre outros. Esses equipamentos, além de serem expostos juntamente com peças de artesanato, são utilizados para o desenvolvimento de oficinas, que estrearam em setembro. 

“As pessoas ficam fascinadas pelo universo da lã, pelo universo da ovelha, tanto pelo animal quanto pelo produto, então a gente teve uma recepção fantástica”, diz Eliane. A assessora de projetos relata que o interesse pela lã gaúcha foi despertado nos europeus e já há previsão de uma parceria com a ONG Kollektion der Vielfalt, voltada à preservação de raças de ovelhas nativas da Alemanha.

De acordo com Eliane, o Fio da Meada e a Rede Centro de Referência em Artesanato Lãs do RS são os primeiros passos para a construção do Museu da Lã, em Bagé. Segundo a assessora de projetos, o museu será o único da região dedicado ao assunto. “Ele vai ser um museu que a gente chama ‘de fronteira’: que vai abrigar o Uruguai, a Argentina e o Chile”, explica.

Criação e artesanato como heranças familiares

Participantes do Lãs do RS recordam suas origens campeiras e narram histórias que remetem ao passado e à manutenção, para o futuro, de um conhecimento legado pelos gaúchos

 Peças expostas em ambiente rural devem ser uma das atrações das rotas turísticas da lã na Metade Sul do Estado. Foto: Divulgação / CP

Clair Schneid é uma das mestras artesãs que atuam como agentes do patrimônio no Centro de Referência em Artesanato Lãs do RS em Bagé. Ela utiliza técnicas de tecelagem, feltragem (entrelaçamento de fibras da lã para formar uma espécie de tecido), lavagem, cardagem, tricô e crochê para criar peças como tapetes, xergões (mantas grossas colocadas sobre a sela do cavalo), ponchos, sapatilhas e decorações. Clair conta que começou a lidar com a lã quando tinha cerca de quatro anos. Sua avó era artesã e a ensinou a trabalhar com a lã bruta.

A artesã entende que é eficaz o trabalho feito pelo Lãs do RS. “Vejo como um resgate da nossa tradição. Nos eventos que compareço, geralmente alguém comenta que há um membro da família que trabalhou com a lã, portanto observo que há muitas famílias que desejam cultivar esta tradição, responsável pelo desenvolvimento do Estado e pela independência financeira de muitos artesãos”, comenta. 

 

Clair Schneid foi ensinada pela avó a trabalhar com a lã bruta. Foto: Divulgação / CP

Segundo Clair, a divulgação que o projeto faz do trabalho dos artesãos coloca-os em contato com possíveis compradores e possibilita o aperfeiçoamento de técnicas por meio de oficinas. Ela está entre as mestras que já ministraram oficinas de tecelagem (em tear de prego, de pente liço e em tear primitivo), de feltragem (molhada e agulhada) e de peças decorativas e vestuário em crochê e tricô.

No sangue

A veterinária Clara Vaz diz que a criação de ovelhas para lã é uma tradição familiar, que ela segue mantendo. “Produzir lã está no sangue”, ressalta. “Meus avós eram criadores, meus pais também. Vendiam a lã para a indústria, através de cooperativas e depois por barracas.”

Entre as raças criadas por Clara estão a Merino Australiano, que produz lã fina, de maior qualidade, e a Crioula, com lã naturalmente colorida em diferentes tons e utilizada em peças de decoração e artigos de tapeçaria. “As fibras produzidas pela raça Crioula são longas. O conjunto de fibras forma mechas individuais utilizadas para produzir o cochonilho (tapeçaria utilizada para substituir o pelego usado nas montarias pelo gaúcho). Meu avô mandava elaborar cochonilhos brancos para uso de Borges de Medeiros nas revoluções entre Chimangos e Maragatos”, relata a produtora, que já sabia fiar e ajudar na limpeza e preparo da lã aos quatro anos e, aos 10, aprendeu a fazer tricô. Para Clara, além de fonte de renda, o trabalho com a lã desperta a criatividade e a memória. “(A lã) traz toda a história das mulheres pampeanas que dependiam dessa atividade para vestir seus filhos, proteger o marido das intempéries e colaborar nas revoluções que moldaram nosso Estado”, afirma.

 Filha e neta de criadores de ovelhas, Clara Vaz aprendeu a fiar aos quatro anos. Foto: Hamilton Vaz / Divulgação / CP

Segundo Clara, a indústria da lã enfrenta dificuldades, mas a procura pelo produto diferenciado, para uso artesanal, é crescente. Ela diz que os consumidores de matéria-prima têm tido acesso a lãs com mais qualidade e a troca de lã por outros bens (escambo) está sendo eliminada. Já para o consumidor final, o mercado está se organizando melhor e oferecendo produtos de mais qualidade. “O grande beneficiado nisso tudo é o Estado, pois um artesanato organizado sob a ótica do conhecimento tradicional, usando uma matéria-prima que faz parte da cultura gaúcha, abre fronteiras para o turismo rural”, conclui.

*Sob supervisão de Elder Ogliari

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Oficio para CMC POA pedindo audiência para SMC


 RESULTADO DA REUNIÃO:

Relato da  reunião com Secretário Gunter na SMC
14/02/22 -  14 h

Mudanças na lei do CMC - 
Encaminhamento: ficou de se rever em março o esboço, que já está sendo elaborado pela SMC pelo jurídico com a Sra. Priscila.

LIC Municipal - 
Será  pautada na reunião de março do CMC
Secretário considera fundamental para movimentar a economia e garantiu que o Fumproarte vai continuar. 
*Secretário solicitou ofício do Conselho sobre  mudanças inadequadas na Lei Rouanet.

Fumproarte- 
Edital hip hop:150 mil
Edital do carnaval: um milhão e meio
Edital comunidade -eventos descentralizados: um milhão
Edital mulheres negras artesãs: 150 mil

Conferência de Cultura-
Secretário concordou em realizar em abril; não pode passar de junho  em função de eleições; Evandro, novo diretor de Eventos, está com essa atribuição, juntamente com Miguel.

Edital Giba Giba-
Previsão de início do pagamento  na próxima semana.

Demandas da Cultura no  OP-
Nesse ano tem orçamento previsto e as oficinas solicitadas serão realizadas.

Eleições do OP para o Conselho-
cada região pode combinar seus métodos.

Carnaval-
todo apoio garantido e prioridade para tentar resolver problemáticas do setor

Apoio para Lei Paulo Gustavo- Secretário manifestou apoio. Faz parte do Fórum dos Secretários.


Presentes: Luciano, Rozane, Leticia, Dorley( representante do OP),  Gunter  Clóvis, Henry,  Evandro.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Museu Interativo e Via Cultural vão ser as novas atrações de Santa Rosa

 Fonte:Museu Interativo e Via Cultural vão ser as novas atrações de Santa Rosa (correiodopovo.com.br)

O valor total para essas obras vai ser de R$ 3.250.000,00

Governador Eduardo Leite anunciando os recursos

Governador Eduardo Leite anunciando os recursos 



A Secretaria de Educação e Cultura de Santa Rosa desenvolveu um projeto para participar do Edital do Concurso “Museus Municipais”, do Programa Avançar na Cultura. O edital é uma realização do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, por meio da Secretaria da Cultura (Sedac), com o apoio do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado (Iphae) e do Sistema Estadual de Museus (SEM RS).

Com o recurso será possível a instalação de um Museu Interativo no Centro Cultural e a construção de uma Via Cultural. Dessa forma, o Centro Cívico, a Biblioteca Municipal, o Centro Cultural e a Praça da Bandeira vão estar interligados. Ao todo, mais de R$ 3 milhões vão ser investidos. O projeto contempla também, a modernização e mudança de local do Museu Municipal de Santa Rosa, local que traz uma grande contribuição para o desenvolvimento educacional e cultural da população. Em função da quantidade de acervo histórico do município expostos e guardados no museu, surgiu a necessidade de pensar em um local, mais amplo e com melhores condições para a visitação. Sendo assim, o antigo Prédio da Prefeitura de Santa Rosa, denominado Centro Cultural Prof. Fioravante Pedrazani vai receber parte do Museu Municipal do município.

Uma novidade vai ser a instalação de um Museu Interativo que vai fazer parte do Museu Municipal. Vão ser instalados equipamentos audiovisuais, telas interativas (touchscreens com software adequado), trazendo modernização na comunicação com os usuários e melhorando a conservação e preservação de parte do acervo, que vai ser exposto de forma digital através dessas telas. O Prefeito Anderson Mantei que esteve em Porto Alegre e acompanhou o lançamento do Programa destacou a importância dessas melhorias. “A nova instalação do Museu vai dar mais vida à história de Santa Rosa. Com certeza vamos ter mais visitantes que vão conhecer a história da nossa cidade e ver o desenvolvimento do município, pois vai ser um local de referência para a região”, disse.


Outra grande novidade vai ser a criação de uma Via Cultural em Santa Rosa. A Via vai ser uma extensão do Museu Municipal, um verdadeiro Museu “a céu aberto” em um ambiente externo. Na lateral do Centro Cultural vai ser construída a via que vai ligar importantes pontos culturais da cidade, como o Centro Cívico Cultural Antônio Carlos Borges, a Biblioteca Pública Municipal Olavo Bilac, o Centro Cultural Prof. Fioravante Pedrazani e por fim, a Praça da Bandeira. Na Via Cultural vão ser instalados monumentos que contam a história de Santa Rosa e de suas personalidades. Vai ser um local cultural museológico de grande fluxo que vai disseminar a história do município e trazer mais lazer, cultura e conhecimento para os visitantes.