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QUÓRUM DO CMC PASSOU PARA 12 EM REUNIÃO DE 21/03/2001

No nosso regimento inicialmente o quórum era 17 conselheiros, muito alto, sendo praticamente um motivo usado para impedir o funcionamento d...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Conselho aprova repúdio contra os editais da SMC

Hoje, 11/12/14 ,em sua última reunião do ano, o Conselho Municipal de Cultura de Porto Alegre entre outras coisas votou por ampla maioria, sem nenhum voto contrário uma MOÇÃO DE REPUDIO CONTRA A SMC pela forma que fez os editais , os prazos do cadastramento e recadastramento dos segmentos e das regiões do OP.
Ficou também definida o recesso do conselho em janeiro ficando marcado a próxima reunião em 12 de fevereiro ou antes como extraordinária, se for  necessário.
Paulo Roberto Rossal Guimarães
Pres. Gestão 2011/2014

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Moção de repúdio divulgado em outros sites



Convite 1 Encontro CEC RS 300x300 Moção de Repúdio dentro do 1º Encontro dos Conselhos Municipais de Políticas Culturais
Da mesma forma que  o 21º Fórum dos Dirigentes de Cultura do RS e 1º Fórum Nacional dos Dirigentes de Cultura, COP (Conselho do Orçamento Participativo) e  Temática da Cultura, hoje, 26 /11/2014 no Auditório B da ULBRA Canoas o 1º Encontro dos Conselhos Municipais de Políticas Culturais do RS APROVOU por maioria uma Moção de Repúdio e Descontentamento contra a SMC transcrita abaixo:
MOÇÃO DE REPÚDIO E DESCONTENTAMENTO CONTRA A SMC POA
 Prefeitura de Porto Alegre não cumpre preceitos constitucionais(Art. 216-A.da Constituição Federal ) apesar de se comprometerem para isso no acordo de Adesão ao Plano Nacional de Cultura por:
 1 – Encaminhar  o Projeto  PLE 25/2014 para a Câmara de Vereadores diferente  do texto aprovado no conselho de cultura por duas ocasiões e construir um projeto sem a participação dessa instância da democracia participativa;
 2 –  Encaminhar os Editais para Eleições e renovação do conselho de cultura, que deveriam ser abertos em 2013, somente em 2014 e deixando o CMC totalmente fora do processo.
Conselho Municipal de Cultura – Gestão  2011/2014
Paulo Roberto Rossal Guimarães
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quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Moção contra SMC POA aprovada no I encontro dos Conselhos

Da mesma forma que  o 21º Fórum dos Dirigentes de Cultura do RS e 1º Fórum Nacional dos Dirigentes de Cultura, COP (Conselho do Orçamento Participativo) e  Temática da Cultura, hoje, 26 /11/2014 no Auditório B da ULBRA Canoas o 1º Encontro dos Conselhos Municipais de Políticas Culturais do RS APROVOU por maioria uma Moção de Repúdio e Descontentamento contra a SMC transcrita abaixo:
MOÇÃO DE REPÚDIO E DESCONTENTAMENTO CONTRA A SMC POA
Prefeitura de Porto Alegre não cumpre preceitos constitucionais(Art. 216-A.da Constituição Federal ) apesar de se comprometerem para isso no acordo de Adesão ao Plano Nacional de Cultura por:
1 - Encaminhar  o Projeto  PLE 25/2014 para a Câmara de Vereadores diferente  do texto aprovado no conselho de cultura por duas ocasiões e construir um projeto sem a participação dessa instância da democracia participativa;
2 -  Encaminhar os Editais para Eleições e renovação do conselho de cultura, que deveriam ser abertos em 2013, somente em 2014 e deixando o CMC totalmente fora do processo.
Conselho Municipal de Cultura - Gestão  2011/2014
Paulo Roberto Rossal Guimarães 

 


terça-feira, 25 de novembro de 2014

A verdade sobre a situação do CMCPOA

A VERDADE SOBRE A SITUAÇÃO DO CONSELHO MUNICIPAL  DE CULTURA DE PORTO ALEGRE
a)      Realizada audiência pública pela SMC para propor alterações no Conselho Municipal de Cultura:
No dia 1º de setembro foi realizada uma audiência pública pela Secretaria Municipal de Cultura, na tentativa de propor alterações na composição do Conselho. A SMC pretendia transformar o corpo do Conselho, retirando as 17 regiões do OP e colocando 8 regiões, aglutinando algumas delas. Os doze inscritos na referida audiência(da comunidade) foram totalmente contrários às alterações impostas arbitrariamente pela Secretaria, e os encaminhamentos finais foram: Eleições Já no Conselho e abertura de Editais(Regiões do OP e entidades culturais) com o Conselho Municipal de Cultura participando do processo,como determina a legislação.  
b)      Efeitos das demais ações impetradas pelo Conselho:
O Conselho,  entrou com uma Representação contra o Município, junto ao MP e Tribunal de Contas do RGS, na mesma linha de pedidos, ou seja, relativamente ao abuso de poder por parte do gestor, assim como o descumprimento de preceitos constitucionais e não cumprimento da legislação atinente.  Neste sentido já há uma Cautelar pedida pelo Tribunal de Contas contra o Município e ação de Anulação de Atos Administrativos.
       c) As atitudes da Secretaria diante das ações do Conselho :
c.1) Os Editais: Diante das ações impetradas pelo Conselho(o presente feito e ações no Tribunal de Contas e MP) a Secretaria abriu Edital de Eleições no Conselho, primeiramente de entidades culturais, e depois, mais recentemente, das regiões do OP, numa espécie de ‘pró -forma’, apenas para ter argumentos, junto às instâncias  que estamos provocando, de que está’ fazendo a sua parte’ e para tentar demover e dar uma impressão de estar ‘voltando atrás’ nas suas inúmeras atitudes de desmandos e descumprimento de legislação.
c.2-O Plano Municipal de Cultura enviado à Câmara sem as metas:
Antes disso, enviou também o prefeito, a pedido da SMC, um projeto do Plano Municipal de Cultura, que não contempla o  texto do Plano Municipal de Cultura feito pela sociedade, sem passar para validação no Conselho Municipal de Cultura, à Câmara Municipal de Vereadores. O texto está sem as metas, que tem de ser construídas, por óbvio, com o Conselho, Secretaria, num GT de Trabalho , o que não foi feito pela Secretaria. O Conselho hoje atua, com GT próprio, junto á Câmara, para apresentar substitutivo ao texto do prefeito,mas mesmo emendando não contempla o texto, se este não tiver anexo porém, o processo adequado não é este. Mais uma ação arbitrária e escusa do gestor municipal.
Concluindo, afirmamos:
A situação continua nas mesmas condições, mesmo com a ‘fachada’ de editais publicados pela Secretaria Municipal de Cultura, assim como  com o envio de um Plano Municipal de Cultura, sem as etapas de validação e de construção de metas, junto com o Conselho.
E tudo isso traz consequências funestas  para a cultura e para cidade de Porto Alegre e seu Conselho Municipal de Cultura.Toda a sequência de desmandos e descumprimentos das leis pelo Município e Secretaria Municipal de Cultura.A luta continua! Não vamos calar!

                       

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Conselho de Cultura teme pela própria extinção

Conselheiros municipais se reúnem na próxima semana para debater futuro do órgão e reivindicar a manutenção do grupo colegiado


Marcus Meneghetti
MARCOS NAGELSTEIN/JC
Executivo quer neutralizar a ação do CMC, opina Paulo Guimarães
Executivo quer neutralizar a ação do CMC, opina Paulo Guimarães
O Conselho Municipal de Cultura (CMC) tem se dedicado, desde agosto, à garantia da sua própria existência, em vez de discutir políticas públicas para a área cultural de Porto Alegre. Os conselheiros têm uma reunião marcada para a semana que vem para discutir o futuro do CMC. O presidente do órgão, Paulo Renato Guimarães, acredita que o Executivo quer neutralizar a ação do órgão – que, além de propor ações de fomento à cultura, também fiscaliza a atuação da Secretaria Municipal de Cultura (SMC).

Segundo Guimarães, o imbróglio começou na metade de 2014, quando a SMC não lançou edital para escolher os novos membros do conselho. Por isso, os integrantes do CMC foram à Câmara Municipal pedir que os vereadores intercedessem junto à prefeitura para garantir o edital de renovação da agremiação. Por intermédio do Legislativo, foi organizada uma audiência pública sobre a possibilidade de mudanças no órgão de controle social, além de uma representação no Ministério Público de Contas (MPC), cobrando nova eleição. 

A audiência pública – realizada no dia 1 de setembro – foi marcada pela polêmica em torno de uma fala do secretário de Cultura, Roque Jacoby, que classificou como "medíocre" a atuação do Conselho. Na ocasião, a SMC propôs a alteração da estrutura do CMC: em vez de manter as 30 cadeiras (17 para representantes de cada região do Orçamento Participativo e 13 para representantes de segmentos artísticos), a pasta sugeriu que os assentos fossem reduzidos para 24 (oito para o Executivo, oito para a classe artística e oito para a sociedade civil). No entanto, o presidente do CMC acredita que esta proposta, "que reduz a participação popular, morreu ali, por unanimidade".

Já a intervenção no MPC pretende cobrar o lançamento do edital de eleição para conselheiros do Orçamento Participativo (OP). A prefeitura teria lançado apenas o edital para as 13 vagas do segmento artístico. "Na nossa avaliação, o não lançamento do edital e as propostas de mudança no Conselho de Cultura buscam tirar a participação majoritária do povo. A prefeitura não quer um conselho como o nosso: fiscalizador, propositivo e atuante", avaliou Guimarães. Ele justificou ainda a prorrogação dos mandatos dos conselheiros (oficialmente, de quatro anos): "Prorrogamos nossos mandatos como conselheiros indefinidamente para garantir a existência do Conselho Municipal de Cultura, até que seja realizada a eleição para os novos conselheiros". 

A reportagem não conseguiu localizar o representante da Secretaria Municipal da Cultura pelo contato fornecido pela assessoria de imprensa. 
LINK DA MATÉRIA:http://jcrs.uol.com.br/site/noticia.php?codn=178649