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QUÓRUM DO CMC PASSOU PARA 12 EM REUNIÃO DE 21/03/2001

No nosso regimento inicialmente o quórum era 17 conselheiros, muito alto, sendo praticamente um motivo usado para impedir o funcionamento d...

ATA 09 2011 DE 08/09/2011 CMC POA

 ATA DE REUNIÃO DO CMC/POA DO DIA 8 DE SETEMBRO DE 2011 – Sala Liberato Salzano, 3º andar - Assembléia Legislativa – Aos oito dias do mês de setembro, com as presenças assinaladas na Lista de presenças anexas.

Inicialmente Lauro Rossler-Cristal: falou sobre o Forum do Planejamento em sua região, Cristal, e que há a possibilidade de ganhar um posto da Brigada Militar na Praça Alexandre Záchia, além da drenagem da Praça. Não havendo mais informes, o Presidente Guimarães iniciou a reunião, saudando os convidados do FUMPROARTE: Alexandre Silva e Maureen.   Luis Antônio-Restinga: disse que sentem-se prejudicados no processo de julgamento do último edital, pela CAS-FUMPROARTE. E que o Secretário de Cultura teria tirado alguns projetos, ou seja, não assinaria esses projetos. A sua proposta era que fossem colocados no próximo Edital. A credibilidade do Fundo está comprometida, afirmou, e a seu ver só atende 10% dos projetos que ingressam com pedido de apoio. Temos de aumentar esse Fundo, afirmou, mas tem de ser em projetos, mas não só em contigenciamento. Sueli Mousquer-SIMPA: Não estava presente na reunião que marcou essa pauta e falou com diversos produtores culturais que estão muito preocupados, afirmou. Quem são as pessoas que estão julgando os projetos? Perguntou. Neste momento chegou Luciano Moucks, suplente da Restinga: relatou aquilo que já havia citado na reunião anterior sobre a votação dos projetos do último edital do FUMPROARTE. Perguntou a Luis Antônio, sobre o que aconteceu. Luis Antônio: disse  o que já havia falado. Luciano-suplente Restinga: disse que se afastou da CAS-FUMPROARTE. Disse que fez parte deste Conselho e entende que o Conselho não está cumprindo seu papel. Disse que levou isso ao conhecimento de várias instâncias, inclusive ao Prefeito. Disse não ser o dono da verdade. Acredito que teve uma eleição de projetos e que depois isso foi mudado depois, disse. Entende ser errado o fato de o secretário ter dito que não assinaria alguns projetos já aprovados e que tem isso gravado. Tomou uma posição e assume a mesma. Alexandre Silva-FUMPROARTE:Começou respondendo a Luis Antônio. Concorda que realmente deveriam ser aprovados mais projetos  financiados. Nem sempre o mérito artístico é mais viável, pois enfrentamos hoje, disse, uma série de projetos represados pois os proponentes estão com dificuldade de manejar as ferramentas e a correspondente prestação de contas dos mesmos, disse. Ressaltou que as  palavras 'rolo', 'trapalhadas' atribuídas à SMC e à Administração do FUMPROARTE, não correspondem à verdade. E tem muito cuidado ao expor  a situação e respeita muito a CAS e entende que a mesma é uma das partes mais legais do projeto FUMPROARTE, disse. Afirmou não fazer parte da CAS  e disse que quem preside a CAS é o Secretário. Não tem cadeira no FUMPROARTE, disse. Afirmou que existem as Atas, das quais  se pode acessar, pois são públicas. Alertou e informou a CAS o valor e a importância de que a CAS afirmasse a justificativa de cada voto neste ou naquele projeto. Disse outra vez que não é da CAS. Citou que quando se fez o teste do sistema informatizado, foram tirados os números e sugeriu que se votasse no NOME do projeto para ter certeza de que saberiam em que projeto estavam votando. Mudamos o sistema e colocamos números nos projetos, conforme determinação da CAS, citou. Além disso, alertou também que prestassem atenção e que a Comissão justificasse ,dando o número, e o porquê escolheram tal projeto. Citou que, ao iniciar a votação dos projetos deste Edital, a Conselheira da CAS:Adriana Chaplin deu o nome do projeto e a justificativa e foi refutada essa forma e se passou para números, complementou. Infelizmente não leram os projetos que estavam elegendo, salientou. Agora respondendo ao Luciano, disse, sim eu disse na reunião: 'o secretario não irá assinar alguns projetos', complementou. Um coletivo de pessoas, cada um de uma vez, inscreveu um projeto , seis ao todo, e como ninguém leu, não companhou isso e votou isso. Cabe a mim, disse, em respeito ao dinheiro público, não permitir que isso ocorra, complementou. Estarei  no FUMPROARTE até abril, depois não sei, comunicou. Não me sinto à vontade, disse, para julgar o procedimento das pessoas que me antecederam. Mas na minha gestão respondo pelo fundo e pretendo dormir em paz e as nossas contas, disse, estão com toda transparência ao dispor de todos, acrescentou. Disse sim e reafirmo, o Secretário não assinará esses projetos, pois não compactuo com essa decisão da CAS, afirmou. Disse que consultou o Jurídico e que está autorizado a afirmar isso pela SMC. De verdade, pedimos uma revisão, afirmou, para que se usasse a sobra de 109 mil, pois a CAS tem poder para fazer isso, afirmou. Relatou a forma como Luciano se comportou, e está em Ata, disse, na hora de votar em projetos para usar esse valor. Não fiz nada ilegal, mas acho que não sei se fui justo, afirmou. Quantas vezes eu pedi para fazer uma oficina na Restinga? Perguntou. Foi cancelada por não ter o número de 20(vinte) pessoas. Existe um problema e sempre me coloquei à disposição para dar uma oficina. Anabel Alzaibar-Música: tem que haver um senso de justiça e se esses projetos foram até a fase final. Dar um prêmio e depois retirar. O senhor diz que foram projetos inadequados, como é que foram parar na última etapa?, perguntou. .Alexandre Silva-FUMPROARTE: Ao elaborar os contratos eu percebi que o CPF batiam e eu fechei os contratos e levei a questão do FUMPROARTE pois estavam indo 18,5% do dinheiro do Fundo neste edital para o mesmo grupo e para mim isso não é possível, relatou. Sueli-SIMPA: Analiso a questão de saber como as regras de avaliação desses projetos deixaram eles chegarem a um estágio de serem votados e estarem para serem assinados e aí serem reprovados, disse. Pois senão vamos ter um segundo julgamento, depois da comissão soberana ter eleito projetos, complementou. Alexandre-FUMPROARTE: o que parece ser uma ingerência minha foi sim, a meu ver, uma proteção da CAS, pois respeito seu papel e a minha função de responsabilidade como Administrador do Fundo, junto com o Secretário. Pedi uma revisão, disse, e imediatamente todos reconheceram que não haviam lido, e isso não está em Ata pois seria muito vergonhoso. Daí eu, na minha ingerência, pedi uma reunião da CAS, disse, e eles acataram a decisão do que eles entenderam ser certo. O meu olhar é esse, e nisto eu sou bom, acredito, afirmou. É difícil aceitar mudanças, sei. Eu como artista, não me sinto representado por ela,a CAS,  como sociedade civil.   Se existe trapalhada é da comissão. Luis Antônio- Restinga: o Secretário mandou dizer , ao se manifestar, e penso que isso tem de ser feito por escrito e que não mande dizer. Não tenho medo de me expor, afirmou. As seis pessoas que tu falas como sendo da Restinga não são. Alexandre-FUMPROARTE: Estou me valendo das palavras do Luciano, que disse estar na CAS para votar nos projetos da Restinga, e da periferia. Temos de ver um jeito de melhorar a eleição na CAS para que mais pessoas e entidades participem disso. Convidei, afirmou, as pessoas que não foram contempladas, na função de representante e defendendo a Comissão. Vamos marcar dia tal, pois os projetos não serão contemplados e vamos explicar o porquê. Dias atrás estava na Tristeza, num salão de beleza, que foi o único lugar que se conseguiu para fazer uma reunião. O único  projeto que foi contemplado daquele grupo e não vieram assinar. Daí se chamou os suplentes pois 74 mil ficariam sem uso, afirmou. A CAS decidiu que se ela quiser puxar um projeto de menos pontos, mas que se tenha interesse, eles puxariam e não ligariam para os pontos. Depois ficaram surpresos: querem analisar e olhar as contas podem ir nas nossas gavetas, que estão à disposição, disse. Luciano-Restinga: quando me colocaram sobre ir para CAS eu sabia que era uma 'bomba' e pergunto: por que ganham projetos  e não se contempla a periferia? Pediram para a gente se organizar e foi o que aconteceu. Acredito que tu passastes  por cima da comissão 'pois são burros' , sei lá, afirmou. O que eu observei, o gerente do FUMPROARTE  tem poder de ir lá mudar. Um projeto do  FUMPROARTE pode ter       o nome do secretário Assis Brasil . Deoclécio-carnaval: coloca que não devemos dar continuidade na questão, pois o próprio requerente da pauta está dizendo que a atitude do Alexandre está certa e que não tem nada contra ele ou suas atitudes, disse.Hans: coloca que não pode dar muita opinião por não ser da Comissão. Questiona o Alexandre se a CAS-FUMPROARTE pôde se defender da decisão do Secretário de Cultura sobre essa questão. Conclui que os projetos em trâmite deverão ser sempre discutidos e não devem ser apresentados por números como identidade, o que ocasiona uma falta de seriedade no processo. Também conclui que na questão é difícil um posicionamento. ANABEL: conclui que não acha correto ser contemplados projetos da mesma ficha técnica ou proponente. Também recorda que Alexandre destacou que os pareceres emitidos pela CAS não são avaliados ou detalhados. Lembra que a sociedade não sabe o que as pessoas estão realizando na Comissão ea forma como estão trabalhando.Gilberto Wallace- assistente da reunião:Colocou que existe na primeira etapa um item de análise técnica e que os projetos foram aprovados pelos funcionários da Prefeitura e posteriormente na segunda etapa foram aprovados pela CAS-FUMPROARTE. Também prevê a lei e estabelece poderes para a CAS, determinando as regras. Questiona em qual lei foi baseada a decisão do Secretário de Cultura.Alexandre-FUMPROARTE: coloca que integrantes da CAS foram irresponsáveis em distribuir os recursos públicos desta forma, e disse aos integrantes da CAS:“olha a besteira que vocês estão fazendo ao administrar os recursos públicos” e questionou se a Lei é legal e Imoral. Gilberto: coloca que uma autoridade que se omite num processo desses e compactua com escolhas erradas, torna-se responsável junto com a Comissão, pelas mesmas.Alexandre-FUMPROARTE: pede desculpas publicamente para o engano de ter afirmado que os proponentes dos seis projetos citados eram da região Restinga, no “ coletivo” que apresentou os seis projetos, sendo que segundo soube, são de outras regiões também.

Letícia-Cinema e Vídeo: na próxima reunião o CMC pode usar uns 15 min para encminhar algo sobre esse tema proposto. Sueli-SIMPA : quer ouvir  mais pessoas , sugerindo que se chame pessoas da CAS.Deoclécio:tem de ser encaminhado uma posição sobre o FUMPROARTE e sobre essa questão particular, em separado, sugeriu.Sueli-SIMPA: Disse serem muito sérias as acusações feitas contra as pessoas que integram a CAS ,agora, disse, ficou com dúvidas sobre  a forma como isso se deu. Guimarães :leu as Atas da CAS e disse que todos podem fazer isso. Sueli-SIMPA: pela lei ele disse que não poderia ser feito antes. Anabel-MÚSICA:Disse estar insatisfeita. Francisco-Alice: temos de fazer análise dos documentos e fazer uma manifestação.Izabel -SMC, sugeriu uma comissão para fazer isso e trazer para CMC uma posição.  Deoclécio, afirma que não há quorum. Anabel, se colocou á disposição para integrar essa comissão. Guimarães:afirmou que a Executiva do CMC tomará uma decisão e será trazido um encaminhamento para a próxima reunião do Conselho.  Agradecida a presença dos convidados que se retiraram, passou-se para a indicação de uma frase institucional para se colocar no banner institucional do CMC. Sueli: sugeriu: 'DE OLHO NA CULTURA'. Izabel-SMC, sugeriu: 'FAZENDO CULTURA E TRANSFORMANDO A CIDADE!'Não podendo ser votado por falta de quorum a frase, ficou a cargo da comissão que está formatando a 8ª Conferência a escolha da referida frase. A seguir foram marcadas as próximas reuniões do CMC/POA: Dias 22 e 29/9,  19 horas, na Assembléia Legislativa. Guimarães:convidou a todos para a Confraternização de final de mandato da atual Diretoria do CMC/POA no dia 14/9, no Piquete do CTG Raízes do Sul, onde será feito um carreteiro com feijão campeiro, por adesão, ao preço de R$ 13,00(treze reais). Nada mais havendo a tratar, foi mandada lavrar a presente Ata que vai por mim e pelo Presidente dos trabalhos assinada. Porto Alegre, 8 de setembro de 2011. Izabel Franco. Secretária-Geral.